A Formação de Jovens no Citeforma – Transição para o Mercado de Trabalho

Num período em que o desemprego jovem assume uma dimensão tão expressiva, os sistemas de educação e formação enfrentam o desafio de promover percursos de qualificação ajustados às transformações organizacionais e tecnológicas.

A importância da formação profissional e o seu impacto no acesso ao mercado de trabalho é um aspeto central nas políticas europeias. O estudo “From Education to Working Life: The Labour Market Outcomes of Vocational Education and Training (CEDEFOP, 2012)” revela que os jovens integrados em sistemas de formação profissional, quando comparados com outros inseridos em sistemas de educação de caráter geral, têm mais sucesso na entrada no mercado de trabalho (sobretudo quando frequentaram um estágio), encontram trabalho mais rapidamente e têm acesso a contratos mais duradouros.

O Citeforma conta com uma sólida experiência de desenvolvimento de Formação para Jovens. Ao planeamento e acompanhamento do processo formativo, alia-se a preocupação em avaliar o impacto destas ações de formação, analisando o percurso dos formandos no pós-formação. Neste contexto, são agora conhecidos os resultados do “Estudo de Avaliação de Impacto – Transição para o Mercado de Trabalho” que abrangeu os formandos que concluíram ações de formação entre 2009 e 2012.

Os dados revelam que, após a conclusão da formação no Citeforma, 88% dos formandos integraram o mercado de trabalho e que mais de 60% começaram a trabalhar até 3 meses após a conclusão do curso. O acompanhamento personalizado realizado pelo Gabinete de Psicologia com cada formando leva ainda a que 50% dos jovens obtenha a sua colocação no mercado de trabalho através do Citeforma.

Num contexto em que a taxa de desemprego jovem é uma das maiores preocupações a nível nacional e europeu, as conclusões do estudo demonstram que a formação profissional do Citeforma marca a diferença, tendo o Centro um papel decisivo na integração dos seus formandos no mercado de trabalho.

Principais Resultados

Situação face ao emprego

Os dados revelam que 88% dos formandos encontraram emprego após a conclusão da formação, sendo que atualmente 66% da amostra se encontra empregada. Os motivos indicados para a atual situação de desemprego estão sobretudo relacionados com o mercado de trabalho (término do contrato de trabalho a termo, falência da empresa, más condições de trabalho).

Quando se considera a taxa de desemprego nesta amostra, verifica-se que o nível de desemprego dos ex-formandos do Citeforma (22%) é significativamente mais baixo do que o dos restantes jovens do seu grupo etário (a taxa de desemprego jovem em Portugal era de 42% no 1º trimestre de 2013).

Tempo e Forma de obtenção do 1º emprego

Mais de 60% dos formandos atualmente empregados integraram o mercado de trabalho até 3 meses após a conclusão do curso. Estes resultados enquadram-se na realidade europeia: os jovens inseridos em percursos de qualificação profissional têm um acesso mais rápido ao mercado de trabalho.

Importa ainda destacar que 50% destes formandos obteve a sua colocação no mercado de trabalho através do Citeforma, permanecendo na empresa onde realizaram o seu estágio (é de realçar que o Citeforma garante a todos os formandos a colocação em empresas para realização de formação prática em contexto de trabalho) ou beneficiando do apoio do Gabinete de Psicologia após a conclusão do curso.

Contribuição do curso para obtenção de emprego

Os ex-formandos referem que, de uma forma geral, o curso teve uma importante contribuição para a obtenção de emprego e que existe uma forte adequação entre a formação frequentada e a profissão exercida.

Natureza do vínculo contratual

Verifica-se que a maioria dos formandos tem um “Contrato a Termo” (46%), embora a percentagem de formandos com “Contrato Sem Termo” seja também significativa (35%).

Comparativamente com os estudos anteriores, verifica-se uma alteração na forma de contratação, que vai de encontro à tendência que se vive atualmente: os contratos permanentes decresceram, ao mesmo tempo que os contratos a termo aumentaram. A utilização das medidas de apoio à empregabilidade, tais como o Estágio Emprego, tem sido uma opção crescente por parte das entidades para integrar profissionalmente jovens.

Frequência de Formação Contínua

Cerca de 20% dos ex-formandos realizou formação contínua após a conclusão do seu curso, sobretudo na área da Contabilidade e Ciências Informáticas. Os principais motivos para a frequência de formação estão relacionados com interesse pessoal e promoção na carreira. Os dados dos estudos europeus traduzem igualmente a existência, para este público, de baixas taxas de frequência de processos de aprendizagem formal (cerca de 27%). Esta situação pode implicar custos a longo-prazo na medida em que estes jovens, apesar de acederem com sucesso e rapidez ao mercado de trabalho, podem ser mais tarde prejudicados em termos de evolução de carreira e atualização de competências.

 

O Citeforma, através do seu Gabinete de Psicologia, apoia os seus ex-formandos no processo de colocação no mercado de trabalho. Assim, caso pretenda integrar jovens com o 12º ano e qualificação profissional de nível IV nas áreas de Programação Informática, Multimédia, Secretariado e Trabalho Administrativo, Contabilidade ou Animação Turística, entre em contacto com o Gabinete de Psicologia através do endereço de e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

10 outubro 2014

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