Tecnologias no Ensino/ Formação Com Vista à Promoção da Acessibilidade e Inclusão

Tecnologias no Ensino/ Formação Com Vista à Promoção da Acessibilidade e Inclusão

A manhã do dia 11 de outubro, no Citeforma, foi de sensibilização para a aplicação de Tecnologias no Ensino/ Formação com o objetivo de promover a Acessibilidade e a Inclusão. Esta foi a oitava edição do Ciclo de Seminários de Inovação – Tecnologias no Ensino/ Formação, promovida pelo Citeforma em parceria com o IEFP (Instituto do Emprego e Formação profissional) e a NOVA IMS (Escola de Gestão de Informação da Universidade Nova de Lisboa). Esta edição contou com a especial colaboração do INR (Instituto Nacional para a Reabilitação).

Toda a sessão teve interpretação em língua gestual portuguesa, feita por dois técnicos do INR. Foram abordadas diferentes possibilidades de utilização de novas tecnologias, no sentido de melhorar o ensino, ajudando assim a mitigar as diferenças de aprendizagem

Ana Sofia Antunes, Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, abriu a sessão, reforçando a importância da responsabilidade do Estado na disponibilização de equipamento, nas escolas, que permita um acompanhamento de aprendizagens. Conceição Matos, Diretora do Departamento de Formação Profissional do IEFP, traduziu em números o apoio do IEFP a pessoas portadoras de deficiência que ocupam postos de trabalho:foram apoiadas  27200 pessoas em 2017. Referiu ainda o esforço do CNQF no sentido de desenvolver competências digitais nos formadores.
Humberto Santos, Presidente do INR, destacou a conveniência do debate com a recente promulgação, pelo Presidente da República, do diploma do Governo que define os requisitos de acessibilidade dos sítios web e das aplicações móveis de organismos públicos. O diploma transpõe para ordem jurídica interna a Diretiva (EU) nº2016/2102, do Parlamento e do Conselho, de 26 de outubro de 2016.

O tema foi enquadrado, de forma mais específica, por João Barroso. O professor da UTAD falou sobre Tecnologias para a Acessibilidade e Inclusão. Referiu novas tendências e a forma como a tecnologia, hoje em dia, já está capaz de promover oportunidades iguais a todos. Apresentou também o projeto "Beaconing", de visão artificial através do recurso a uma bengala eletrónica.

Seguiram-se dois painéis, constituídos por especialistas do Ensino Superior, em que foram utilizados casos concretos para explicar a relevância do uso de tecnologias, aplicadas a um público com deficiência. Entre outros pontos positivos, concluiu-se que nestas aprendizagens  há  amplificação da capacidade de participação, melhoria da qualidade de vida, redução da passividade e da dependência, facilitação do acesso à informação, ao processo de comunicação e à interação social pelos envolvidos.

 

Por Tânia Fernandes

12 outubro 2018

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