Time to choose: o que mudou no mercado de trabalho nos últimos 3 anos

Time to choose: o que mudou no mercado de trabalho nos últimos 3 anos

A pandemia da COVID-19 transformou profundamente a forma como o mercado de trabalho é encarado tanto pelos trabalhadores como pelas empresas. Com a imposição do teletrabalho, as organizações tiveram de se adaptar a uma nova realidade em que a autonomia e a flexibilidade são mais valorizadas do que nunca.

A gestão da carreira tornou-se uma responsabilidade cada vez mais pessoal. Nesse contexto, a conciliação entre vida profissional e familiar, a possibilidade de trabalhar por objetivos e a flexibilidade de horários são alguns dos aspetos mais valorizados pelos trabalhadores. Consequentemente, a preferência pelo trabalho em modo híbrido tem um forte impacto na satisfação e no desempenho dos colaboradores. A escolha de especializações e o desenvolvimento de competências tornaram-se uma prioridade para o trabalhador, que passou a ser o principal autor da sua própria carreira. Tudo isso exige uma nova postura das empresas em relação à gestão de talentos e ao recrutamento, sob pena de perderem os melhores profissionais para concorrentes que ofereçam um ambiente mais atrativo e adaptado à nova realidade.

Time to Choose, o lema que o Citeforma adotou até 2025 reflete esta nova realidade.

 

A conciliação entre vida profissional e familiar

A conciliação da vida profissional e familiar tem sido um tema cada vez mais importante para os trabalhadores. Com o aumento do trabalho remoto as pessoas passaram a ter mais tempo para estar com a família. A sociedade ganhou consciência da importância de se ter um equilíbrio saudável entre a vida profissional e familiar. Essa conciliação é considerada fundamental para que o trabalhador possa ter uma vida mais plena e feliz. Trabalhar num ambiente que valoriza e apoia a conciliação pode aumentar a satisfação no trabalho, melhorar a saúde mental e reduzir o stress, resultando num trabalhador mais produtivo e motivado. Assim, políticas organizacionais que valorizam a conciliação entre a vida profissional e familiar também são um fator determinante no processo de candidatura ou na escolha de permanecer numa determinada empresa, afetando assim a retenção de talentos.

Trabalhar por objetivos, flexibilidade de horários e o modelo híbrido

Outra mudança importante no mercado de trabalho é a transição para o trabalho por objetivos em vez da contabilização do tempo despendido a trabalhar. Em vez de trabalhar um número fixo de horas por dia, os trabalhadores agora têm a liberdade de trabalhar até atingirem os seus objetivos diários. Isto significa que os trabalhadores podem gerir melhor o seu tempo e concentrar-se no que é mais importante para o sucesso da empresa.

De acordo com uma pesquisa da Harvard Business School, trabalhar por objetivos em vez de cumprir um horário fixo pode aumentar a motivação e a satisfação do trabalhador. Isso também pode levar a uma maior retenção de talentos, pois os trabalhadores sentem-se mais valorizados e têm mais controle sobre sua carreira.

De acordo com uma pesquisa recente da Upwork, 41,8% dos trabalhadores dos EUA trabalharam remotamente em tempo integral em 2020, em comparação com apenas 17% em 2019. Além disso, muitos trabalhadores preferem um modelo de trabalho híbrido, que oferece a flexibilidade de trabalhar de casa ou do escritório, dependendo das necessidades pessoais e profissionais.

Muitos trabalhadores descobriram que podem ser tão produtivos em casa como no escritório, e alguns preferem trabalhar em casa por causa da flexibilidade que isso oferece. Esta tendência coloca pressão sob as empresas para se adaptarem ao trabalho remoto e híbrido, criando sistemas e infraestruturas que permitam que os trabalhadores trabalhem de forma eficiente, independentemente de onde se encontrem.

No entanto, esta mudança também trouxe desafios. Os trabalhadores que trabalham remotamente enfrentam desafios como a falta de interação social, a dificuldade em estabelecer limites entre o trabalho e a vida pessoal e a necessidade de serem mais autônomos e organizados. As empresas têm de oferecer ferramentas e recursos para ajudar os seus trabalhadores a superar esses desafios, incluindo plataformas de comunicação, tecnologias de gestão de projetos e soluções de segurança cibernética.

Esta flexibilidade também pode melhorar a produtividade e a qualidade do trabalho. Um estudo do Stanford Institute for Economic Policy Research mostrou que os trabalhadores remotos são mais produtivos, trabalham mais horas e têm menos dias de doença do que os trabalhadores que se vêm obrigados a trabalhar a partir do escritório.

 

Autonomia do trabalhador

Com a transição para o trabalho remoto e o modelo de trabalho por objetivos, os trabalhadores agora têm mais autonomia nas suas carreiras. Podem escolher os seus próprios projetos, horários e até mesmo onde trabalhar. Isto significa que podem desenvolver as suas competências e especializar-se em áreas que são importantes para sua carreira.

De acordo com uma pesquisa da Deloitte, a autonomia do trabalhador é uma das principais razões pelas quais os trabalhadores permanecem numa empresa. Os trabalhadores querem sentir que podem fazer escolhas que os beneficiam tanto a si como às suas empresas. Isto significa que as empresas também têm de ser capazes de proporcionar um ambiente de trabalho que promova a inovação e a criatividade, permitindo que os trabalhadores colaborem e trabalhem em equipa em projetos desafiantes e interessantes.

 

Gestão de carreiras

Para além da flexibilidade e da gestão do tempo, a pandemia também trouxe uma mudança na forma como os trabalhadores encaram a carreira profissional. Muitos trabalhadores começaram a questionar a sua segurança no emprego e, como consequência, a estabilidade financeira. Esta incerteza levou a que muitos trabalhadores optassem por traçar o seu próprio caminho profissional, em vez de confiar totalmente no trabalho por conta de outrem para gerir a sua carreira.

Esta nova atitude foi reforçada pela capacidade de acederem a cursos e formação online, cuja oferta aumentou durante a pandemia. Com a possibilidade de se formar em novas áreas, muitos trabalhadores optaram por se especializar em áreas que agora são valorizadas.

Neste sentido, e com esta nova realidade em mente, o Citeforma apresenta-se como um parceiro, não só das empresas, mas também dos trabalhadores. Disponibiliza serviços de consultoria para a valorização dos seus recursos humanos, apostando na diversificação dos serviços prestados.

Aos profissionais, o Citeforma oferece a possibilidade de se tornarem autores da sua própria carreira, podendo fazer formação e especializar-se nas suas áreas de interesse. Permite assim que os profissionais façam as suas próprias escolhas e tracem o caminho do seu percurso profissional.

Time to Choose!

01 junho 2023

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