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As Tecnologias de Informação desempenham um papel importante em quase todas as áreas das nossas vidas. Uma das áreas com crescente relevância, tema central do presente ciclo de Seminários, é a do ensino e formação.
Podem ajudar a melhorar o ensino e aprendizagem, contudo se utilizadas de forma direcionada, podem, também, ajudar a combater a exclusão social diminuindo barreiras e reduzindo a distância entre o aprendente comum e aqueles com necessidades especiais, contribuindo assim para a promoção de direitos e oportunidades iguais para todos.
São exemplo deste grupo de pessoas com necessidades especiais os idosos e os que enfrentam múltiplas deficiências que os impedem de usufruir de uma vida normal. De acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, o desenho das tecnologias, e em particular de apoio ao ensino, deve levar em conta as características de acessibilidade e usabilidade para a proteção e promoção dos direitos humanos das pessoas com deficiência, em todas as políticas e programas.
Neste seminário, no contexto do ensino e formação, pretende-se sensibilizar os participantes para a utilização de TIs no apoio ao aprendente com necessidades especiais, enquadrando um conjunto de técnicas e tecnologias possíveis de serem utilizadas na escola e na sala de aulas.
Público em geral, mediante inscrição prévia.
Keynote
Tecnologias para a Acessibilidade e inclusão – João Barroso – (UTAD)
Moderador: João Lourenço – CNQF / IEFP
Acessibilidade Web – Jorge Fernandes (FCT, I.P. /MCTES)
Educação para Todos – André Sousa (UTAD)
Moderador: Humberto Santos – Presidente do INR
Tecnologias e recursos mediadores da aprendizagem e da inclusão - Clarisse Nunes (IPL)
Acessibilidade e inclusão no ensino e na formação profissional - Sandra Martins (ACAPO)
Moderador: Fátima Alves – UIFD/INR
Vitor Santos – NOVAIMS - Coordenador do Evento
Cristina Tavares – Citeforma
Cristina Pinto - Presidente do CA do Citeforma
Nota Curricular
UTAD
Sinopse da apresentação
Tecnologias para a Acessibilidade e Inclusão
[ A disponibilizar brevemente ]
Nota curricular
FCT, I.P. /MCTES
Sinopse da Apresentação
Acessibilidade Web
[ A disponibilizar brevemente ]
Nota curricular
UTAD
Sinopse da Apresentação
Educação para Todos
[ A disponibilizar brevemente ]
Nota curricular
IPL
Sinopse da apresentação:
Tecnologias e Recursos Mediadores da Aprendizagem e da Inclusão
A tecnologia faz parte do mundo em que hoje as crianças crescem e vivem, tendo transformado o modo se comunica, se interage e se aprende. No geral, estas ferramentas visam facilitar a atividade humana e/ou torná-la mais eficiente.
Centrando-nos no processo de ensino e aprendizagem as tecnologias podem se constituir como um dos meios de os alunos acederem à informação, contribuindo para a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de competências diversificadas. A investigação tem destacado ainda o potencial destes recursos na motivação para a aprendizagem.
Focando a atenção na especificidade dos alunos com incapacidade ou limitação na atividade e participação que relevância assume a utilização de tecnologias no seu processo de ensino e aprendizagem e inclusão?
Neste caso as tecnologias concorrem significativamente para ampliar a sua capacidade de participação em ambientes naturais, reduzindo a sua passividade e dependência de outros. Estes recursos constituem-se ainda, frequentemente, como mediadores do processo de comunicação e de interação social e de aprendizagem, afetando positivamente a sua autoestima e a motivação para aprender. Enfim, podem ainda constituir-se, em alguns casos, como a única forma que estas crianças têm para poder comunicar e aceder à informação, favorecendo a sua aprendizagem e inclusão nos diversos contextos de vida. Importa para tal escolher as tecnologias mais eficazes no processo de aprendizagem e inclusão social de cada um destes alunos.
Para que tal aconteça as tecnologias devem ser integradas nas suas rotinas e no seu currículo. A sua utilização deve ser pensada de modo a poder causar algum impacto na sua inclusão social e académica, o que coloca desafios pedagógicos aos professores. Em nosso entender é necessário reconstruir as práticas pedagógicas mediadas pela tecnologia, o que exige conhecimentos dos recursos existentes e das teorias pedagógicas que fundamentam a sua prática.
Esta comunicação aborda estes conteúdos salientando-se que as tecnologias auxiliam as pessoas com incapacidade ou limitações a melhorar, aumentar ou manter uma determinada capacidade funcional para realizar uma tarefa, e que estas podem necessitar de usar recursos tecnológicos nos diversos contextos de vida no sentido de terem efetivas oportunidades de participação e de aprendizagem. Portanto, importa implementar o seu uso consistente nos contextos educativos. É igualmente necessário adequar a tecnologia às suas necessidades e capacidades.
Mas, como nos dizem (Parette & Blum, 2013) “Não fiquemos fascinados pelo que a tecnologia pode fazer, de modo a nos esquecemos do que ela não pode fazer … é através das relações sociais que crescemos e aprendemos melhor” (p. xi).
Nota curricular
Com formação académica na área da Sociologia, é coordenadora pedagógica do Departamento de Apoio ao Emprego e Formação profissional da ACAPO desde 2001, e assegura a responsabilidade de coordenação do mesmo departamento desde 2007.
Sinopse da apresentação:
O combate à desigualdade, a plena participação e cidadania e inclusão social e profissional de pessoas com deficiência visual, tem por base uma questão fundamental, a AUTONOMIA.
No que se refere ao ensino/formação, reconhecendo a importância que as tecnologias têm para todos os alunos/formandos, a acessibilidade, através de equipamentos e softwares específicos, e a adequação do tipo de comunicação dos professores e formadores, apresentam-se como um instrumento imprescindível para a inclusão de crianças e jovens, com deficiência visual, nas estruturas do sistema regular (educação e formação).
A autonomia na deslocação, nomeadamente no espaço da escola/centro de formação, no trajeto residência-escola/centro de formação-residência, é o primeiro passo para a inclusão. Para a promoção da autonomia na deslocação destaca-se a Orientação e Mobilidade, conhecimento indispensável para a conquista da independência e inclusão das crianças e jovens com deficiência visual na sociedade e na escola/centro de formação. Orientação e mobilidade é a capacidade de ir de um ponto “A” para um ponto “B” em segurança, dignidade e independência.
A Leitura e a escrita são as formas mais utilizados para a comunicação entre os homens. A autonomia no acesso à comunicação, para as pessoas com deficiência visual, pressupõe que, recorram ao Braille (Forma de registo e leitura de informação das Pessoas Cegas), ao formato digital e/ou a informação escrita com ampliação. O Braille é reconhecidamente como o único meio "natural", "universal" e indispensável de leitura para as pessoas com deficiência visual, e confere àqueles que o usam como sistema original de leitura/escrita e o utilizam intensivamente, maior capacidade para desenvolver hábitos de leitura, frequentar a escola e aceder a formação.
A evolução na área das tecnologias tem proporcionado recursos valiosos para os processos de ensino-aprendizagem das pessoas com deficiência visual.
Com o desenvolvimento de recursos de acessibilidade, as ferramentas TICs abrem uma possibilidade de combate aos preconceitos, impostos pelas limitações, oferecendo uma oportunidade de condições para interagir, aprender, relacionar-se e competir no seu meio com recursos mais poderosos, proporcionados pelas adaptações de acessibilidade de que dispõe.
Mais especificamente, as pessoas com baixa visão têm ao seu dispor ajudas ópticas, não ópticas e eletrónicas que potenciam a adaptação, através da magnificação da imagem e que facilitam o acesso à informação, para além dos softwares de ampliação utilizados no Computador.
A par dos equipamentos e softwares que se poderão disponibilizar para tornar a inclusão, de crianças e jovens com deficiência visual, efetiva, não deveremos esquecer um aspeto fundamental, a capacitação dos recursos humanos que acompanham o percurso de ensino-Aprendizagem deste público. O conhecimento sobre a deficiência e as suas especificidades, o conhecimento das ferramentas ao dispor para a promoção da autonomia dos alunos/formandos na frequência dos percursos de ensino-aprendizagem, apresentam-se como um elemento facilitador no desenvolvimento, acompanhamento e avaliação dos percursos dos alunos e formandos com deficiência visual.
Gratuita
* Nas ações já iniciadas, pode efetuar uma inscrição provisória,
de forma a ser contactado quando a ação voltar a ser calendarizada.
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